O que um executivo de RH tem a dizer sobre vida profissional e persistência
Publicado em 28/05/2019
Categoria: Sua Empresa |
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Executivo fala sobre sua trajetória até alcançar o sucesso.

Em depoimento, Luiz Edmundo Rosa, executivo e diretor de Desenvolvimento de Pessoas da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Brasil) fala sobre sua trajetória e as dificuldades enfrentadas até alcançar o sucesso.

Comecei a trabalhar em Recursos Humanos aos 22 anos, quando cursava a faculdade. Eram tempos difíceis, em que tinha que economizar para pagar os estudos e viver. Como era estagiário, precisava complementar minha renda e passei a dar aulas à noite. Saia de casa com dois sanduíches. Um deles era meu almoço e o outro, o jantar. Era no ônibus que comia, porque não dava tempo. No fim de semana era quando podia estudar e preparar as aulas da semana seguinte, mas também dava um tempinho para ver os amigos e jogar futebol.

Aprendi desde cedo que vale a pena a gente investir na nossa formação. Somos o resultado da educação que tivemos. Por isso, nunca mais parei de estudar. Fiz mestrado e estudei fora, graças a um convite de uma empresa que me pagou tudo e que no retorno procurei retribuir pelo bem que recebi.

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Fui aprendendo o valor de lutar pelos meus sonhos, mas também que não podia me esquecer daqueles ficam à nossa volta. Se prestarmos atenção devidamente, sempre pode haver alguma forma de ajudar, mesmo que seja apenas uma palavra amiga.

Descobri o quanto é fundamental ser correto, solidário e responsável. Quando cumprimos nossa palavra e nossos compromissos, ganhamos confiança e respeito. Só assim podemos construir bons e verdadeiros relacionamentos. E esses serão decisivos na nossa vida.

A vida me ensinou não esperar pela sorte e nem se lamentar do azar. O mais importante é acreditar na nossa capacidade de aprender e trabalhar, com empenho e dedicação. Foi assim que foram surgindo as oportunidades para avançar na carreira. Muitas vezes, apenas mais trabalho, sem garantia de promoção ou de melhoria salarial. Depois acabava vindo o reconhecimento.

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