Soft skills para o profissional do amanhã
Publicado em 17/09/2019
Categoria: Sua Vida |
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Você já deve ter ouvido em algum momento os termos hard skill e soft skill. Bastante populares no linguajar dos profissionais de RH, eles se referem aos tipos de competência inerentes a um profissional. Enquanto hard skill diz respeito ao conhecimento técnico de um colaborador para realizar determinada tarefa, soft skill está atrelada a quem ele é como pessoa.

De acordo com Bruno Leonardo, CEO da Witseed, negociação, administração de conflitos, pensamento crítico, resolução de problemas, comunicação, criatividade, inovação, julgamento e tomada de decisão, resiliência e liderança são as soft skills mais procuradas por recrutadores.

 

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A Witseed é uma edutech, uma startup que desenvolve conteúdo para treinamento de profissionais com as empresas que são suas clientes. Para isso, utilizam vídeos e didática de cinema como ferramentas. Entre os cursos oferecidos por eles, estão alguns focados no campo das soft skills, como os de Comunicação, Estratégia, Avaliação de Maturidade e Mindset para Gestão do Eu.

 

No currículo e na vida

Da mesma forma que acontece com as chamadas hard skills, as soft skills também devem ser listadas no currículo. Afinal, tão importante quanto conhecimento técnico para ocupar um cargo, é necessário ter o “mindset” ideal para fazê-lo. É assim que trabalham plataformas de recrutamento mais modernas, como é o caso da Trampos.co e LinkedIn, onde essas habilidades, quando informadas, aumentam a visibilidade do profissional na rede.

Contudo, assim como o conhecimento técnico, as soft skills também são postas à prova. Para um gestor, por exemplo, não basta a formação na melhor escola de Administração do Brasil se ele não tiver habilidade para comunicar com clareza para seus  colaboradores o que precisa ser feito.

Outro ponto que vale ressaltar é que esse tipo de competência é frequentemente confundido com o “jeito da pessoa”. Então, na visão de muitos, ou a pessoa nasce comunicativa e líder, por exemplo, ou está fadada a ficar devendo nesse quesito. Para o CEO da edutech, entretanto, essa predestinação é um mito.

“Apesar de muitas pessoas acharem que soft skills não podem ser desenvolvidas, o desenvolvimento se inicia ganhando conhecimentos nessas competências e, após isso, se colocando em situações de aprendizado real, tal como uma apresentação, evento, negociação de fornecedores etc.”, comenta Bruno Leonardo.

De qualquer forma, o destaque para as soft skills mostra que chegou o tempo no qual, além de um bom profissional, as empresas estão em busca de boas pessoas para seu quadro de colaboradores.

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