Tema de Fundo do Blog Repense | Multibenefícios GPA

Blog Repense | Multibenefícios GPA

Treinamento de funcionários: gasto ou investimento?

Publicado em 21/05/2019

Categoria: Sua Empresa | Tags: funcionário

Treinamento de funcionários: gasto ou investimento?

Muitos executivos encaram o dinheiro investido no treinamento e na capacitação de funcionários como um gasto desnecessário. Outros esperam que estejam disponíveis no mercado profissionais já preparados para atender às expectativas da empresa.

Como a realidade corporativa nem sempre é a que esperamos, especialistas concordam que investir em capacitação pode ser o caminho mais seguro para evitar perdas (financeiro, de tempo, recursos etc.) e mesmo aumentar lucros, por que não.

Apesar das empresas raramente conseguirem mensurar o exato retorno financeiro obtido, a gerente de conteúdo do GPTW acredita que cursos e treinamentos são investimentos quando há uma real ciência daquilo que precisa ser aprimorado.

“Desde que uma necessidade do programa de T&D ou gaps de conhecimentos e competências sejam reconhecidos, entende-se que tudo aquilo que é gasto no desenvolvimento do funcionário seja investimento”, explica Lina Nakata.  

A gerente de conteúdo do GPTW alerta que há companhias ainda mais engajadas em aumentar o repertório dos funcionários. “Muitas empresas oferecem verba para funcionários utilizarem no programa de desenvolvimento que quiser, nem mesmo sendo programas diretamente ligados ao negócio da empresa”, destaca.  

Leia também:

>Atraia talentos oferecendo desafio, propósito e satisfação pessoal

Como auxiliar os seus colaboradores a equilibrar melhor trabalho e vida pessoal

Funcionário pode assumir compromisso com a empresa

Um ponto destacado por Luiz Edmundo Rosa, diretor de Desenvolvimento de Pessoas da ABRH-Brasil, e que faz muito sentido nesse contexto diz respeito ao compromisso assumido pelo colaborador diante da disponibilidade da empresa em apostar nele.

“É necessário que ambos entendam o seu valor e se comprometam com o sucesso desse investimento. Por exemplo, a iniciativa do funcionário de propor à empresa algum curso que precisa e que terá resultados para os dois é sempre legítima”, explica.

O executivo lembra que nem sempre o pedido será atendido, o que não impede de o funcionário procurar alternativas paralelas, como aproveitar cursos gratuitos na internet ou se programar para investir em um presencial.

Compartilhe

Artigos Relacionados

Sua Empresa

Datas comemorativas: por que sua empresa deve celebrá-las

Afinal, com tantas datas comemorativas presentes no calendário brasileiro, por que celebrar a maioria delas dentro de uma empresa? Existe [...]

Publicado em: 10/05/2022

Sua Empresa

Data driven: como o RH pode ser otimizado pelos dados

Uma boa gestão de dados é muito importante para o mundo corporativo, principalmente quando falamos do setor de Recursos Humanos. [...]

Publicado em: 20/04/2022

Sua Empresa

Como criar um ambiente mais inclusivo para autistas se desenvolverem na empresa

O mês de abril é marcado pela conscientização mundial sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Aproveitamos a ocasião para [...]

Publicado em: 06/04/2022