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Repensar processos para se manter atrativa aos profissionais é prática de RH da Bayer

Publicado em 26/03/2019
Repensar processos para se manter atrativa aos profissionais é prática de RH da Bayer

Multinacional alemã que atua nas áreas de Saúde e Agronegócios, a Bayer sabe bem o que é ser centenária e se adaptar às ágeis mudanças de cenário no mercado de trabalho. Com muitas divisões e operações em diversos locais, além da variedade de faixas etárias de seus colaboradores, o desafio do RH é manter-se em constante atualização e sempre aberta às mudanças.

No meio desta complexa tarefa está o profissional de recursos humanos, o responsável por fazer a ligação entre os anseios dos colaboradores com a empresa e viabilizar as mudanças culturais das corporações. Analisar, estabelecer e reavaliar programas e ações de engajamento e cuidado com o colaborador está no escopo da área de recursos humanos atualmente.

“Como a área de Recursos Humanos atende diferentes públicos, estamos constantemente nos articulando para atender a necessidades que, muitas vezes, são de âmbito individual. A área precisa considerar que o modelo de “comando e controle” não se sustenta, pois o nosso papel é ser um grande viabilizador e articulador desses diferentes atores. É preciso repensar desde os nossos processos e indicadores de desempenho até as reais necessidades de controle e aprovações, por exemplo”, diz Luciana Jacob, head da de Talent Management da Bayer.

Que o mundo está passando por transformações massivas, todo mundo já sabe. A área de Recursos Humanos é mais uma das esferas que estão tentando se adaptar às mudanças e acompanhá-las. Esse “mais uma” é talvez o cerne da mudança cultural nas empresas: todas estão ou deveriam ser responsáveis por isso.

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RH é protagonista da transformação

Sob a responsabilidade do RH estão os principais ativos de qualquer organização: os colaboradores. Tudo desemboca em um grande ciclo. Muda-se a maneira como enxergamos o trabalho, como ele nos é ofertado, as relações com as empresas, os anseios dos funcionários e a responsabilidade dos líderes. No meio disso tudo, pessoas. Com bagagens, sonhos, qualidades, defeitos e competências completamente diferentes. Como lidar?

Para Luciana, a solução passa por uma palavra: diálogo. “O diálogo é sempre saudável e traz inúmeros benefícios, por isso, dar voz aos diferentes públicos ajuda na compreensão das necessidades específicas e permite que a organização repense suas práticas e produtos de Recursos Humanos para atender melhor a essas demandas”.

A especialista da Trajeto RH é categórica ao dizer que o choque entre gerações tende a diminuir. “Houve uma ruptura muito grande entre as gerações X e Y, e as empresas enfrentaram dificuldades para entender como aproveitar o melhor de cada uma delas. De Y para Z, a quebra não é tão gritante. Há, sim, diferenças entre as gerações, é claro. No entanto, elas tendem a ser mais assimiláveis daqui para frente”, completa.

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